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sexta-feira, 3 de junho de 2011

É no Brasil

Paraplégico volta a movimentar as pernas após receber células-tronco

A terapia inédita começa a ser testada em voluntários, na Bahia. Depois de um mês e meio, o paciente já movimenta os joelhos e consegue pedalar.

Um homem que ficou paraplégico depois de um acidente há nove anos sonha em tomar banho de mar sozinho e jogar bola de novo. Há um mês e meio, ele recebeu transplante de células-tronco e, com duas sessões de fisioterapia por dia, já surpreende os médicos.

Ele já consegue mover os joelhos para cima, uma façanha para quem tem a musculatura atrofiada pela falta de uso. O paciente também está começando a levantar o corpo. O mais surpreendente para a equipe da fisioterapia é que ele está pedalando.
O policial militar, que pede para não ser identificado, não fazia nenhum movimento da cintura pra baixo. Ele ficou paraplégico depois de sofrer um acidente e passou os últimos nove anos em uma cadeira de rodas.
“Anteriormente eu tinha um tronco que estava vivo e umas pernas que não respondiam. E hoje eu percebo que eles estão vivas, pertencem a mim e só depende de mim para que elas acordem", diz.
O ponto de partida para esse progresso foi uma cirurgia realizada em 14 de abril, em Salvador. O paciente foi submetido a um transplante de células tronco. A pesquisa durou cinco anos e, antes de ser usada em humanos, a técnica mostrou bons resultados em animais.
Os médicos usam células-tronco mesenquimais, que tem grande capacidade de se transformar em vários tipos de tecido. Elas são retiradas do osso do quadril do próprio paciente e injetadas diretamente no local onde a coluna foi atingida.
A técnica pioneira foi desenvolvida por cientistas da Fundação Osvaldo Cruz, Fiocruz, e do Hospital São Rafael, onde fica um dos mais modernos centros de terapia celular do país.
Os pesquisadores estão espantados com a evolução rápida do paciente.
“Basicamente em uma semana ele já começou a ter resultados clínicos, uma melhora na sensibilidade, uma melhora na postura sentada e este paciente vem evoluindo", explica Marcus Vinícius Mendonça, neurocirurgião.
Os médicos acham cedo para dizer se ele e as outras dezenove pessoas com lesões na medula que também irão receber células-tronco vão voltar a andar normalmente.
“Esse paciente pode ter ainda outras melhoras e os outros podem ter melhoras maiores, ou iguais ou piores. Então, a gente tem que esperar", acredita Ricardo Ribeiro, coordenador do programa.
Por enquanto, o policial, entusiasmado com os primeiros resultados, faz planos. “Eu sempre gostei de praia, ir à praia, poder tomar um banho de mar sem que ninguém te carregue. Poder ir a um estádio, que eu sempre gostei de futebol, poder jogar um futebol, ir ao shopping, fazer o que eu sempre fazia".

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mãe agradece à ASDF por seu filho estar vivo

Jovem vitima de queimadura de terceiro grau volta ao município após três meses de tratamento na capital, mãe relata que médicos disseram - se o jovem tivesse permanecido em Tarauacá sem tratamento teria falecido.

O jovem também estava com o pé direito quebrado, ao se queimar na lamparina o jovem saiu correndo para o quintal acabou tropeçando e caiu, nesse momento quebrou o pé, que ao reclamar no hospital Dr. Sansão Gomes das fortes dores quando ainda estava internado falaram que era apenas dores da queimadura, em Rio Branco voltou a reclamar, os médicos pediram um raio X e constataram que o pé do garoto está quebrado ha um ano. Quanta irresponsabilidade.

A ASDF agora vai à justiça pedir que estado ofereça cirurgias plásticas reparadora ao garoto.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Loja de Cd`s


Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.

Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza.

Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.

Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.

Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse:

- Esse aquí...


- Quer que embrulhe para presente - perguntou a garota, sorrindo ainda mais...

Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse:

- É para mim mesmo mas eu gostaria que você embrulhasse.

Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por alí, admirando aquela figura divina.

Daquele dia em diante, todos as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava em sua gaveta, sem sequer abrir.

Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar.

Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja.

Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

Alguns dias depois o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.

Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:

- Então, você não sabe Faleceu ontem.

Passado alguns dias mais, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embruhados e guardados em sua gaveta.

Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito:

- Você é muito simpático, não quer me convidar para sair Eu adoraria.

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.

Assim é a vida:

Não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente.

Ainda dá tempo...
A Loja de Cd`s


Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.

Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza.

Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.

Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.

Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse:

- Esse aquí...


- Quer que embrulhe para presente - perguntou a garota, sorrindo ainda mais...

Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse:

- É para mim mesmo mas eu gostaria que você embrulhasse.

Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por alí, admirando aquela figura divina.

Daquele dia em diante, todos as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava em sua gaveta, sem sequer abrir.

Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar.

Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja.

Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

Alguns dias depois o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.

Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:

- Então, você não sabe Faleceu ontem.

Passado alguns dias mais, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embruhados e guardados em sua gaveta.

Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito:

- Você é muito simpático, não quer me convidar para sair Eu adoraria.

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.

Assim é a vida:

Não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente.

Ainda dá tempo...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Comunidade surda é contra a inclusão educacional proposta pelo MEC

Surdos protestam contra a inclusão educacional


Uma passeata, seguida por audiência pública na Assembleia Legislativa, dará inicio à série de manifestações a favor da educação e da cultura surda. Hoje, a partir das 8 horas, cerca de 800 surdos, familiares, amigos e simpatizantes da causa, devem se reunir para reivindicar as mudanças propostas no Plano Nacional de Educação (PNE), que institui a integração dos surdos nas escolas comuns. A concentração será em frente ao Instituto Cearense de Educação de Surdos (Ices).

A principal divergência está relacionada justamente à inclusão educacional dos surdos. A representante da Comissão Municipal da Pessoa com Deficiência, Vanessa Vidal, explica que a presença do surdo em uma escola comum traz diversos malefícios. “Essa proposta de alteração é um absurdo. É importante que o surdo se identifique com seus pares. Não somos contra a inclusão social, mas defendemos que a educação infantil dos surdos seja feito na escola bilíngue para surdos”, afirma.

O professor universitário e representante da Associação de Surdos do Ceará, Willer Cysne, ressalta que essa é uma garantia que já foi conquistada através da legislação. A lei 10.436/2002 oficializa a língua de sinais e a lei 5.626/2005 rege essa educação. “Estão querendo promover um retrocesso. Não queremos que todas essas conquistas se percam”, pontua.

Fortaleza será a primeira capital brasileira a discutir essa implementação nacional da educação para surdos. “A educação para surdos no Ceará está de acordo com nossas expectativas, mas temos medo que a imposição de uma mudança nacional mude nosso panorama local”, avisa.
Professor
Atualmente, existem cerca de 60 professores graduados em letras/libras. E outros 60 em curso. “Eles estão aptos a ensinar com uma metodologia específica, que vai proporcionar o máximo de desenvolvimento para a criança surda”, garante.

Através da experiência pessoal, Vanessa explica que o surdo necessita ter acesso pleno à sua língua materna (libras) pra interagir melhor em sociedade. “Quando estudei em escola comum não conseguia acompanhar os estudos e interagir com os outros alunos”, desabafa. Ao mudar para a escola bilíngue, a situação melhorou, segundo ela.

Outra questão é sobre qual o profissional que se tornaria referência para o aluno, o professor habilitado ou o tradutor. “Estamos preocupados em garantir e priorizar o acesso à informação através da língua de sinais em um ambiente onde o surdo não seja minoria”, complementa Willer.

O quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Comunidade surda é contra a inclusão educacional proposta pelo MEC. Passeata e audiência pública hoje alertam para os prejuízos dos surdos estudarem em escola comum. O movimento é a favor da educação bilíngue para surdos.


Estamos de volta!!!

Caros amigos desculpem por passarmos tanto tempo sem postar nossas atividades e ações, gostaríamos de informar à comunidade que durante esse tempo, não ficamos parados.

No domingo de páscoa, doamos 02 cadeiras de rodas e 01 cadeira de banho;

No domingo dias das mães doamos 01 cadeira de banho e 01 par de axilares;

No dia 04 de abril fomos a Prefeitura, levamos documentos de reivindicações e fotos de todos os Projetos desenvolvidos pela ASDF, mas infelizmente aquele momento não era apropriado para termos uma conversa com a Prefeita Dra Marilete.

Continuamos buscando parceiros e apoio para através da solidariedade levar melhoria de qualidade de vida das pessoas.

sábado, 14 de maio de 2011

Inclusão promove a justiça


14/05/2011 por assp
Maria Teresa Eglér Mantoan. Foto: Caca Bratke
MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN "Estar junto é se aglomerar com pessoas que não conhecemos. Inclusão é estar com, é interagir com o outro". Foto: Kaka Bratke

Uma das maiores defensoras da educação inclusiva no Brasil, Maria Teresa Mantoan é crítica convicta das chamadas escolas especiais. Ironicamente, ela iniciou sua carreira como professora de educação especial e, como muitos, não achava possível educar alunos com deficiência em uma turma regular. A educadora mudou de idéia em 1989, durante uma viagem a Portugal. Lá, viu pela primeira vez uma experiência em inclusão bem-sucedida. "Passei o dia com um grupo de crianças que tinha um enorme carinho por um colega sem braços nem pernas", conta. No fim da aula, a professora da turma perguntou se Maria Teresa preferia que os alunos cantassem ou dançassem para agradecer a visita. Ela escolheu a segunda opção. "Na hora percebi a mancada. Como aquele menino dançaria?" Para sua surpresa, um dos garotos pegou o colega no colo e os outros ajudaram a amarrá-lo ao seu corpo. "E ele, então, dançou para mim." Na volta ao Brasil, Maria Teresa que desde 1988 é professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas deixou de se concentrar nas deficiências para ser uma estudiosa das diferenças. Com seus alunos, fundou o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade. Para ela, uma sociedade justa e que dê oportunidade para todos, sem qualquer tipo de discriminação, começa na escola.

fonte http://assp.sur10.net/