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sábado, 25 de dezembro de 2010

O deficiente seu estigma, preconceito e estereótipo.

Em um país globalizado será que existe espaço para todos? Os espaços estão sendo criados no momento e que o preconceito diminui contra as minorias. Os deficientes, seja qual deficiência for, ainda sofrem muito do o estigma que lhe é produzido no decorrer de sua vida, com o estereótipo herdado durante anos. A sociedade pode ajudar para melhorar essa situação e amenizar os problemas dos deficientes que já são muitos em sua realidade.

A vida do deficiente no Brasil e no mundo não é nada fácil, desde o nascimento até a hora da sua morte o deficiente precisa aprender, adaptar-se, lutar contra os sintomas e doenças que podem ser causados pela deficiência, construir sua identidade e sua autonomia e até mesmo buscar um lugar na sociedade e fazer valer seus direitos de cidadão; podemos ver a vida do deficiente é muito difícil, ainda por cima ele precisa mostrar para o mundo do que é capaz de fazer e ser.

A maioria das pessoas quando olham para um deficiente, seja qual for a deficiência, sempre pensam em pena, dó, incapacidade, limitações ou até mesmo desprezo. A sociedade precisa conhecer melhor o que é deficiência e qual é o potencial que essa pessoa pode demonstrar se tiver oportunidade. A oportunidade de estímulos, de crescimento e de vida como qualquer outra pessoa pode ter dentro da sociedade é apenas isso que o deficiente quer e espera da sociedade, fazer valer os seus direitos de cidadão e ter a sua vida preservada de qualquer tipo de preconceito. Todas as pessoas envolvidas com o deficiente precisam acreditar no potencial e ressaltar a suas competências, só assim, as pessoas que tiverem convívio com o deficiente também irão acreditar e saber o que esperar desse o daquele deficiente.

A humanidade caminha para uma diminuição no preconceito e o estigma na vida do deficiente pode ser amenizado com o tempo. São muito mais freqüentes a presença de PPNE a sociedade atualmente, quando andamos pelas ruas, nos shoppings, teatros e até mesmo a exploração que está sendo feita pela mídia sobre o assunto, faz com que as pessoas vejam, falem e analisem os deficientes e suas vidas e esse é o caminho para a informação que futuramente levará ao respeito e a igualdade de oportunidades, bem longe do isolamento em que os deficientes viviam antigamente, hoje eles são notícias de programa de TV, capa de revista, são temas de estudos para especialistas, são assuntos de conversar em salão de beleza ou simplesmente, são foco de conversas entre visinhos.
Todos os estigmas, preconceito e estereótipo que o deficiente carrega ao longo de sua vida podem ser amenizados com mudanças de atitudes da sociedade perante ele e essa construção não é fácil é necessário força de vontade política e principalmente humanitária para que os programas já existentes e outros que surgirão possam obter resultados positivos e o sucesso esperado que o deficiente tenha a sua cidadania preservada.
Programas devem ser criados e respeitados por todos, podemos citar aqui alguns que poderiam obter um bom resultado:

Programa de Estímulos à crianças freqüentarem escolas comuns, dando apoio aos familiares e acompanhamento de continuidade para que essa criança não se perca e se desestimule logo na educação infantil.

Programa e apoio à cursos profissionalizantes que busquem valorizar o potencial do deficiente; não descartando a sua deficiência, mas sim fortalecendo o ser humano e o potencial que existe dentro de todos nós.

Programa de conscientização e apoio aos familiares dos deficientes, pois é nesse ponto que se apresentam os primeiros e maiores preconceitos com o deficiente. Quando a família acredita no potencial do deficiente e o respeita como ser humano valoriza a pessoa para que todos possam aceita-lo também.


Contudo, o preconceito só diminuirá quando a informação e a demonstração de pessoas deficientes que obtiveram sucesso na vida e a luta e a dedicação das pessoas portadoras de deficiência que buscam oportunidades para obterem sucesso na vida chegarem até a sociedade? normal?: a sociedade vai aceitar e o que é mais importante vai aprender a respeitar os deficientes como cidadãos.

Andréa Fernandes

Feliz Natal a todos que fazem a DIFERENÇA

Nota de Agradecimento.

ASDF agradece ao YGO MOTION GRAPHICS DESIGNER por seus videos de divulgação dos trabalhos que estamos realizando.

Vejam os vídeos produzidos por Ygo no link.

http://www.youtube.com/watch?v=yisXpQoKat0

http://www.youtube.com/watch?v=X48uqgml8Ek


video

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

“Inspiração vem dos outros, Superação vem de Dentro de nós

ASDF entrega premiação do II Projeto Esporte Para Todos

Nesta quinta feira 16 de novembro a Associação dos Surdos e dos Deficientes Físicos de Tarauacá em Parceria com a Escola Aucilene Calixto Finalizaram o II Projeto Esporte Para Todos, patrocinado pelo Governo do Estado do Acre através da Lei de Incentivo ao Esporte e Comercial Vander.

Participaram da cerimônia de entrega das premiações os Gestores municipais Fátima Medina, Jorge Aragão e Aderlandio França, alem do Presidente do SINTEAC, Eurico Paz , o Coordenador de Esporte Estadual Enio Aires, e o Presidente da ASDF, Allex Bispo e equipe Coordenadora do Projeto.















domingo, 28 de novembro de 2010

Reconhecimento

A ASDF, parabeniza os alunos surdos, Natan e Marceliane por serem os primeiros alunos surdos de Tarauacá a concluírem o Ensino Médio, que sirvam de exemplo e de alto estima a todos que não acreditam em suas potencialidades.

Saúde, até quando esperar?

Abaixo-assinado é um tipo de solicitação coletiva feita em um documento para pedir algo de interesse comum a uma autoridade ou para manifestar apoio a alguém ou demonstrar queixa ou protesto coletivo

No inicio do ano de 2009, 2.000 pessoas apoiaram o abaixo assinado da Associação dos Surdos e dos Deficientes Físicos de Tarauacá, que solicitava ao Governo do Estado do Acre quatro médicos, um na área de fisioterapia, um na área fonoaudiologia, um na área de assistência social e um na área de psicologia todos voltados para a melhoria de qualidade e do atendimento do cidadão.

O presidente da ASDF, o senhor Allex Bispo teve a oportunidade de entregar a copia das 2.000 assinaturas nas mãos do então Secretario de Saúde do Estado, Dr. Osvaldo.



O Senhor presidente ficou muito alegre pela conversa que teve com o Secretario de Saúde, que pediu 15 dias para nos dar uma resposta, acontece que já não da mais para esperar, pois já se fazem oito meses de espera e sem contar que neste período tivemos concurso para a saúde e não tivemos nenhuma vaga para Tarauacá, nem mesmo em outras áreas.

Uma das alegações que o Dr. Osvaldo nos deu foi que ao contratar os médicos eles não aceitam vim para o interior, acontece que hoje temos dois fisioterapeutas filhos de Tarauacá e exercendo seu trabalho em consultórios particulares, pergunto então aos nossos representantes. Por que não contratam esses Médicos?

Queremos também deixar claro a todas aquelas pessoas que confiam no trabalho e nos Projetos da ASDF, que os representantes da Associação procuraram o ministério Público ainda naquela data, pois saúde é um direito de todos e cabe a União oferece - lá.

Agradecemos também ao então Dep. Moisés Diniz, que assinou e articulou a possibilidade do encontro entre a ASDF e o Dr. Osvaldo.






Como tratar deficientes físicos corretamente

  1. Errado: Evitar falar com os deficientes sobre coisas que uma pessoa normal pode fazer e eles não.
    Certo: Conversar normalmente com os deficientes, falando sobre todos os assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de movimentos.
  2. Errado: Elogiar ou depreciar uma pessoa deficiente, somente por ela ser limitada.
    Certo: Tratar o deficiente como alguém com limitações específicas da deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer ser humano
  3. Errado: Superproteger o deficiente, fazendo coisas por ele.
    Certo: Permitir que o deficiente desenvolva ao máximo suas potencialidades, ajudando-o apenas quando for realmente necessário.
  4. Errado: Chamar o deficiente pelo apelido relativo à sua deficiência (ex.: surdinho, surdo, mudo, cego, maneta etc.), pois ele pode se ofender
    Certo: Chamar a pessoa deficiente pelo nome, como se faz com qualquer outra pessoa.
  5. Errado:Dirigir-se à pessoa cega como se ela fosse surda, fazendo esforço para que ela ouça melhor. O cego não é surdo.
    Certo: Conversar com o cego em tom de voz normal.
  6. Errado: Referir-se à deficiência da pessoa como uma desgraça, como algo que mereça piedade e vá ser compensado no céu.
    Certo: Falar da deficiência como um problema, entre outros, que apenas limita a vida em certos aspectos específicos.
  7. Errado: Demonstrar pena da pessoa deficiente.
    Certo: Tratar pessoa deficiente como alguém capaz de participar da vida em todos os sentidos.
  8. Errado: Usar adjetivos como "maravilhoso", "fantástico" etc., cada vez que se vê uma pessoa deficiente fazendo algo que aparentemente não conseguiria (por exemplo, ver o cego discar o telefone ou ver as horas, ver um surdo falar e/ou compreender o que lhe falam).
    Certo: Conscientizar-se de que a pessoa deficiente desenvolve estratégias diárias e superando normalmente os obstáculos, e não mostrar espanto diante de um fato que é comum para o deficiente.
  9. Errado: Referir-se às habilidades de um deficiente como "sexto sentido" (no caso do cego e surdo, por exemplo) ou como uma "compensação da natureza".
    Certo: Encarar como decorrência normal da deficiência o desenvolvimento de habilidades que possam parecer extraordinárias para uma pessoa comum.
  10. Errado: Evitar usar as palavras ver, ouvir, andar, etc., diante de pessoas que sejam cegas, surdas ou privadas de movimentos.
    Certo: Conversar normalmente com os deficientes, para que eles não se sintam diferenciados por perceptível constrangimento no falar do interlocutor.
  11. Errado: Deixar de oferecer ajuda a uma pessoa deficiente em qualquer situação (por exemplo, cego atravessando a rua, pessoa de muleta subindo no ônibus etc.), mesmo que às vezes o deficiente responda mal, interpretando isto como gesto de piedade. A maioria dos deficientes necessita de ajuda em diversas situações.
    Certo: Ajudar o deficiente sempre que for realmente necessário, sem generalizar quaisquer experiências desagradáveis, atribuindo-as somente a pessoas deficientes, pois podem acontecer também com as pessoas normais.
  12. Errado: Supervalorizar o deficiente, achando que ele pode resolver qualquer problema sozinho (por exemplo, o cego alcançar qualquer porta apenas contando os passos, sem que alguém indique a direção).
    Certo: Conscientizar-se de que as limitações de um deficiente são reais, e muitas vezes ele precisa de auxílio.
  13. Errado: Recusar a ajuda oferecida por uma pessoa deficiente, em qualquer situação ou tarefa, por acreditar que não seja capaz de realizá-la.
    Certo: Confiar na pessoa deficiente, acreditando que ela só lhe oferecerá ajuda se estiver segura de poder fazer aquilo a que se propõe. O deficiente conhece melhor do que ninguém suas limitações e capacidades.
  14. Errado: Ao falar, principalmente com o cego, dirigir-se ao acompanhante do deficiente, e não ao deficiente, como se ele fosse incapaz de pensar, dizer e agir por si.
    Certo: Dirigir-se sempre ao próprio deficiente, quando o assunto referir-se a ele, mesmo que esteja acompanhado.
  15. Errado: Agarrar a pessoa cega pelo braço para guiá-la, pois ela perde a orientação.
    Certo: Deixar que o cego segure no braço ou apoie a mão no ombro de quem o guia.
  16. Errado: Agarrar pelo braço pessoas com muletas, ou segurar abruptamente uma cadeira de rodas, ao ver o deficiente diante uma possível dificuldade.
    Certo: Ao ver o deficiente diante de um possível obstáculo, perguntar se ele precisa de ajuda, e qual a maneira correta de ajudá-lo. Agarrar um aparelho ortopédico ou uma cadeira de rodas, repentinamente, é uma atitude agressiva, como agarrar qualquer parte do corpo de uma pessoa comum sem aviso.
  17. Errado: Segurar o deficiente, na tentativa de ajudá-lo, quando já houver uma pessoa orientando-o, principalmente no caso do cego.
    Certo: Quando houver necessidade ajuda ou orientação, apenas uma pessoa deve tocar o deficiente, a não ser em situações muito específicas, que peçam mais ajuda (por exemplo, carregar uma cadeira de rodas para subir uma escada).
  18. Errado: Carregar o deficiente, principalmente o cego, ajudá-lo a atravessar a rua, tomar condução, subir ou descer escadas.
    Certo: Auxiliar o deficiente nestas situações apenas até o ponto em que realmente seja necessário, para evitar atrapalhá-lo mais.
  19. Errado: Pegar a pessoa cega pelo braço para colocá-la na posição na posição correta de sentar numa cadeira.
    Certo: Colocar a mão do cego sobre o espaldar da cadeira e deixar que ele se sente como achar melhor.
  20. Errado: Guiar a pessoa cega em diagonal quando atravessar a rua.
    Certo: Atravessar o cego sempre em linha reta, para que não perca a orientação.
  21. Errado: Tratar o deficiente com constrangimento, evitando falar sobre sua deficiência.
    Certo: Conversar naturalmente com o deficiente sobre sua deficiência, evitando porém perguntas em excesso. Na maioria dos casos, ele preferirá falar normalmente sobre aquilo que é apenas parte de sua vida, e não uma coisa anormal ou extraordinária, como possa parecer ao interlocutor.
  22. Errado: Levar o cego a qualquer lugar onde haja mais pessoas e entrar como se ele pudesse ver quem está no recinto.
    Certo: Apresentar o cego a todas as pessoas que estejam num local onde ele é levado por outra pessoa vidente.
  23. Errado: Ao receber um cego em sua casa, deixá-lo orientar-se sozinho.
    Certo: Ao receber um cego em sua casa, mostre-lhe todas as dependências e os possíveis obstáculos, e deixe que ele se oriente, colocando-se disponível para mostrar-lhe novamente alguma dependência, caso ele ache necessário.
  24. Errado:Constranger-se em avisar o cego de que ele está com alguma coisa errada na sua vestimenta ou aparência física, ou que está fazendo movimentos não usuais, como balançar-se ou manter a cabeça baixa durante uma conversa.
    Certo: Conscientizar-se de que o cego, por não enxergar, não segue o padrão de imitação visual, não podendo, portanto, seguir o comportamento aparente das pessoas videntes. Avisar o cego sempre que perceber que ele está com aparência ou comportamento fora do padrão social normal, evitando que ele caia no ridículo.
  25. Errado: Avançar subitamente sobre a pessoa deficiente por achar que ela não vai conseguir realizar uma tarefa (por exemplo, quando o cego está levando o garfo à boca), se o deficiente não solicitar ajuda.
    Certo: Permitir que o deficiente realize sozinho suas tarefas, mesmo quando lhe pareça impossível. Só se deve socorrê-lo em caso de perigo.
  26. Errado: Agarrar a pessoa cega com intuito de orientá-la quando ela está caminhando normalmente na rua.
    Certo: Deixar que o cego aprenda por si só a transpor os obstáculos da rua, pois ele é capaz de fazê-lo sozinho. Segurar seu braço, exceto no sinal ou diante de algum perigo real, na verdade o desorienta.
  27. Errado: Chamar a atenção para o aparelho de surdez.
    Certo: Estimular o uso do aparelho, encarando-o com a mesma naturalidade com que são vistos os óculos.
  28. Errado: Gritar de longe e/ou às costas de uma pessoa surda para chamá-la.
    Certo: Para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja de costas, deve-se tocá-la, de leve, no braço, antes de começar a falar com ela.
  29. Errado: Gritar para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja em perigo
    Certo: Procurar chegar até ela o mais rapidamente possível, procurando ajudá-la. Lembrar que uma pessoa que atravessa a rua poderá ser surda, podendo, por isso, não ouvir a buzina de seu carro.

Fonte: http://www.portaldoespirito.com.br/portal/artigos/ednilsom-comunicacao/deficientes-fisicos.html

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vencendo Barreiras, Superando Preconceitos


A Associação dos Surdos e dos Deficientes Físicos em parceria com a Escola Aucilene Calixto deu inicio na manha de hoje no Estádio Naborzão, ao II Projeto Esporte Para Todos, Patrocinado pela Lei de Incentivo ao Esporte e Comercial Vander.


salto a Distancia

O maior salto, não é o que vai mais longe e sim o de se sentir um vencedor...



"Nenhuma grande vitória é possível sem que tenha sido precedida de pequenas vitórias sobre nós mesmos". (L. M. Leonov)





"A maior vitória na competição é derivada da satisfação interna de saber que você fez o seu melhor e que você obteve o máximo daquilo que você deu." (Howard Cosell)







"Comemore suas vitórias mesmo quando são pequenas".
(Maria Teresa Maldonado)


100 mt, vencendo barriras


Equipe Organizadora


A maior vitória... É vencer nossas próprias limitações...









Arremeço de peso


A vibração, não é de chegar em primeiro, mais o de pode participar.



corrida de 100 mt