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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
‘Minha Casa 2’ vai beneficiar pessoas com deficiência, diz Dilma
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
A V I S O
Vem ai o primeiro torneio de sinuca e tiro ao alvo para deficientes físicos e surdos, os interessados devem fazer suas inscrições na rua João Pessoa nº 120 ao lado dos Correios com o Senhor Marenilson ou pelos telefones 9998-7983 / 9958-3363.
Patrocinado pelo:
Governo do Estado do Acre/Lei de Incentivo ao Esporte
Comercial Vander
Apoio:
Sinteac
Radio Nova Era FM
Radio Difusora Acriana
Realização:
Associação dos Surdos e dos Deficientes Físicos de Tarauacá
Data do torneio
26/11/2011
As 9hs e 30min
Local: Sinteac
Obs: apenas para maiores de 18 anos.
Inscrição gratuita
Premiação:
Campeão R$= 100,00 + troféu + medalha
Vice campeão R$= 50,00 + troféu + medalha
Demais participantes medalhas
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Já esta tudo pronto para o III Projeto Esporte Para Todos
A equipe organizadora do III projeto esporte para todos se reuniu nesta quinta-feira para anunciar que já esta tudo pronto para as práticas esportivas, este ano o Projeto desenvolverá uma paraolimpíada escolar e os vencedores serão treinados para participarem das paraolimpíadas fase Estadual 2012.

terça-feira, 1 de novembro de 2011
Paraplégico que recebeu injeção de células-tronco caminha 100 metros
DE SÃO PAULO
01/11/2011 - 14h36
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O major Maurício Borges Ribeiro se exercita com andador |
Amparado por um andador, o policial tem conseguido caminhar até 100 metros por dia. O tratamento pioneiro está sendo desenvolvido por cientistas do Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael, em Salvador, e da Fiocruz.
Em março, médicos retiraram células da bacia do paciente e, um mês depois, reinjetaram-nas na região lombar da coluna do policial.
Os movimentos estão retornando gradualmente. O formigamento nas pernas foi o primeiro sintoma da melhora.
Depois, houve aumento do controle da bexiga e do esfíncter. O tratamento é complementado pela fisioterapia.
Ribeiro deu os primeiros passos em julho, cerca de 90 dias após a cirurgia.
"Estou reaprendendo a olhar para a frente quando ando. Não sei se vou andar de muleta ou arrastando uma perna, mas um dia vou conseguir sair da cadeira de rodas, que é uma prisão", disse o paciente.
"No começo não podia nem ficar sentado que eu caía. Melhoro um pouco a cada dia, mas tenho de seguir à risca o tratamento e fortalecer a musculatura porque, se eu cair ou fraturar alguma coisa, o tratamento para."
O diretor de pesquisa do Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, Luiz Fernando Lima Reis, afirma que é preciso cautela na expectativa. "É muito promissor, mas ainda precisamos entender muito bem a biologia dessas células", disse.